Uma noite, eu me lembro, todos dormiam
E eu chorava, deitada em meu leito.
Enquanto pelos sonhos eles sorriam,
Minhas lágrimas corriam até o peito!
A janela do meu quarto estava aberta
E ao longe, num pedaço do horizonte,
Eu vi a grande lua, sempre alerta,
Guiando namorados sobre a ponte...
Senti um desejo enorme de correr,
Correr até o infinito, até o além,
Morrer prá nunca mais eu ver "alguém"!
Porém eu sou tão fraca, tão "idiota",
Que vendo a lua ir-se por ali,
Chorei... Sorri... Pensei... Adormeci!
N/A:Quem mereceu esses versos, hoje já não se encontra mais entre nós! Felizmente, antes de sua partida, pudemos relembrar nossos momentos da adolescência e constatar que O TEMPO É O SENHOR DA RAZÃO!!!! _ ESTEJA EM PAZ MEU QUERIDO AMIGO!

Esse poema traz um ar de um "objeto" não alcançado. Algo que estava longe, mas ao mesmo tempo muito perto. Uma mistura de amor, ódio, lembranças...
ResponderExcluirUm longo suspiro responde o que sentimos em ler seu poema... Uma história que está dentro de nós emerge do fundinho do "baú".
Bjnhus!
Deise